terça-feira, 10 de agosto de 2010
100% Made in Spain
terça-feira, 13 de julho de 2010
13 de julho: Dia do Rock!!!!
Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, que era a tentativa nobre de conseguir fundos para que a miséria e a fome na África pudessem ser pelo menos minimizadas. Dois shows foram realizados, sendo um no lendário Wembley Stadium de Londres (Inglaterra) e outro no não menos lendário JFK Stadium na Filadélfia (EUA).
Os shows traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta, em cerca de 140 países. Ao contrário do festival Woodstock (tanto o 1 como o 2), o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e as mentes das pessoas, mas também os corações.
No show da Filadélfia, Joan Baez abriu o evento executando "Amazing Grace", com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho "eu estava perdido e agora me encontrei, eu estava cego e agora consigo ver". Este show marcou também a única reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria.
No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner juntos, cantando "State of Shock" e "It's Only Rock and Roll", com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals. Foi realmente um momento único na história do ROCK!
O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo faminto e miserável da África. Isso é a cara do ROCK AND ROLL!


-> Perfume Rock In Rose - Valentino
-> Open Boot
-> brincos de caveirinha Vivienne Westwood
-> anel com caveira Vivienne Westwood
-> Pulseiras com tachas (regulagem de fivela)segunda-feira, 12 de julho de 2010
I LOVE CUPCAKES!!!
Ingredientes:
1 ovo pequeno (muito importante...senão o seu bolo extravasa a caneca e meleca todo o microondas xDD)
4 colheres (sopa) de leite
3 colheres (sopa) de óleo
2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
4 colheres (sopa) rasas de açúcar
4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
1 colher (café) de fermento em pó
Modo de Preparo:
Coloque o ovo na caneca e bata bem com garfo.
Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais.
Acrescente a farinha e o fermento (dica: penere a farinha, o chocolate em pó e o fermento antes de colocar na caneca, para evitar a formação de flocos de farinha) e mexa delicadamente até incorporar.
Leve por 3 minutos no microondas na potência máxima (dica2: coloque um prato embaixo da caneca por precaução)
A calda pode ser a da sua preferência (inclusive a mesma dos bolos feitos em formas tradicionais)
OBS: A caneca que eu uso tem mais ou menos esse tamanho e é da Kokeshi Club:
domingo, 11 de julho de 2010
City Style: Paris


sábado, 10 de julho de 2010
Wish List de Férias!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Nana
Um dos mangás shoujo mais vendido no mundo, Nana conta a vida entrelaçada de duas garotas com o mesmo nome, Nana.
Uma delas é Nana Oosaki, a vocalista da banda punk amadora Black Stones, ou Blast, pra encurtar. A banda, natural de Osaka, era formada por 4 pessoas até que o baixista e também namorado de Nana, Ren, decide ir para Tóquio em busca de uma chance de se promover profissionalmente. O primeiro drama da história é exatamente esse, a separação dos dois: enquanto Ren parte, todos ficam para trás, inclusive Nana, sua namorada. Entre lágrimas, os dois se despedem com beijo na estação de trem.
Alguns anos depois, depois da poeira baixar, Nana decide ir para Tóquio ela mesma. Não em busca de Ren, que agora faz parte da banda Trap Nest, mas para progredir em sua própria carreira. E no metrô até lá, é onde o primeiro nó de coincidências das vidas de ambas as Nanas é atado.
É no trem que nos é apresentada Nana Komatsu, a outra Nana. A vida de Nana Komatsu é como a de qualquer outra garota. Filha do meio, no começo da história, ela acaba de se formar e precisa ir à faculdade. Sem inclinação para nenhuma área, ela simplesmente acompanha sua amiga Junko na faculdade de artes.
Vale ressaltar que esta Nana mantinha “uma relação extra-conjugal”, para não dizer “caso”, com um empresário, e sofria de amor à primeira vista com muita frequência. Depois que Junko bota rumo em sua vida e vai para Tóquio estudar mais, seguida do namorado de Nana (não o cara com o qual ela tinha o caso), esta decide que conseguirá se aguentar até que a situação esteja promissora.
Assim, depois que (quase) tudo se ajusta, ela parte para Tóquio. Novamente no metrô, ela conhece Nana Oosaki.
A história que “Nana” conta é a de relações. Todos os personagens estão relacionados, de um modo ou de outro. Mesmo aqueles que não tem relações no começo da história, criam uma. Com uma trama de reviravoltas, coincidências, traições e ironias, “Nana” é marcado pelo drama exitente entre o “realizar um sonho” e o que ele realmente é.
Em andamento,”Nana” agora conta com 22 volumes, recebeu adaptações para anime e filme, além de jogos para Play Station e até um CD com músicas inspiradas na séire. No fim de quase todos os volumes, há uma sessão chamada “Cantihno da Junko”, onde cartas de leitores são apresentadas e uma pequena história se desenrola, sem qualquer relação com a narrativa principal ou a realidade em si. Na verdade, os personagens de “Paradise Kiss” são parte desse elenco alternativo.
Também de autoria de Ai Yazawa, visualmente “Nana” não apresenta tantos detalhes e um visual tão elaborado quanto Parakiss. Destaque, porém, para a presença da marca Vivienne Westwood e outros elementos da cultura punk, como piercings, correntes, jaquetas e botas de couro, roupas rasgadas entre outros. Em contrapartida, há também a presença de de kimonos. Em diversos momentos da série aparecem elementos tradicionais japoneses (construções e celebrações, como as de Ano Novo) e uma das personagens é graduada como mestra em vesti-dos (no Japão isso existe, uma vez que o kimono formal necessita do auxílio mais de uma pessoa para ser vestido).
Narrado de um tempo futuro,como um todo, “Nana” é uma série cativante, onde cada personagem é desenvolvido cuidadosamente e nos é fornecido um retrato psicológico dos mesmos. Como me todo mangá de garotas, há romance. Um romance realista, que mostra o lado humano de artistas, mesmo que nos pareça distante e como a vida de pessoas podem se cruzar de formas inesperadas.
Analisando as personagens, que apesar do mesmo nome, possuem estilos totalmente dififerentes:


